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Programa

Locais e datas

3 a 5 de novembro - Paredes de Coura

11 a 13 de novembro - Montemor-o-Velho

18 a 20 de novembro - Monção

25 e 26 de novembro - Caminha

ARTISTAS CONFIRmADOS

Ry Vuh (Jorge Queijo + Jorge Coelho)

Depois de muitas voltas nos últimos 10 anos (Torto, OtrotortO), Ry Vuh é outro ponto de encontro de Jorge Coelho e Jorge Queijo, guitarra e percussão. Um estase de som de difícil acesso e um mapa desquantizado para percorrer terreno imaginado. Em preparos lentos para concertos em 2022, esta apresentação é uma espreitadela pela porta entreaberta.

Space Ensemble

Responsável pela curadoria do Space Festival, o Space Ensemble é uma formação musical mutante, com origem no encontro de vários músicos durante as primeiras edições deste festival. Tem desenvolvido o seu trabalho de criação em torno das possibilidades da música improvisada e dos cruzamentos disciplinares, com especial foco no formato de filme-concerto. 

Na edição de 2022, o Space Festival irá acolher o lançamento do CD Music For Short Films Vol.1, do Space Ensemble, uma compilação de mais de 15 anos de trabalho a criar e a improvisar música para filmes.

Além do lançamento do CD, o Space Ensemble irá coordenar o desenvolvimento e apresentação do espetáculo participativo “Minho, Coura, Lima”, onde as comunidades de diversos territórios são chamadas a habitar os palcos do Space Festival, entre outras criações próprias a anunciar.

Vitor Joaquim + João Silva

© Nuno Martins

Vítor Joaquim é, sem dúvida, uma das figuras de referência da música eletrónica de cariz exploratório e o trabalho que agora apresenta vem na senda dos discos “Impermanence” (2018) e “Nothingness” (2019), que por sua vez possuem ligações conceptuais com “Filament” (2011) e “Flow” (2006).
Comum a todos estes trabalhos estão explorações sobre a perceção da temporalidade e os seus efeitos sobre a vida interior.
Neste concerto, tal como no disco “The Construction of Time”, Vítor Joaquim terá a seu lado o trompetista João Silva, ele próprio um instrumentista que tem dedicado o seu tempo à exploração dos meios eletrónicos.

Gustavo Costa

Reconhecido como um dos músicos portugueses mais profícuos da sua geração, Gustavo Costa (1976) é baterista e compositor. Participou em inúmeros projetos musicais nas áreas do rock underground, música improvisada e eletroacústica. Já tocou com músicos de renome como Damo Suzuki, Steve Mackay, Jamie Saft, John Zorn’s Cobra (dirigido por John Zorn), entre outros.

Krake

© Sara Borges

The Clifton Bridge Landscapes

Habituado a tocar com muita gente em muitos locais específicos, Pedro Oliveira é a prova definitiva de como diferentes encontros produzem distintos resultados. O extenso currículo deste baterista traduz-se numa vasta discografia realizada em bandas e projetos como peixe:avião, Green Machine, Dear Telephone e tantos outros. Mas Krake é uma entidade diferente. The Clifton Bridge Landscapes refere-se a um local especial, em Bristol: lugar de múltiplos encontros e disrupções. Na ponte de Clifton, Pedro Oliveira captou a energia de um local carregado de vibrações absolutamente singulares. 

Com Jim Barr (Get The Blessing, Portishead, Perfume Genius, Gruff Rhys e Thought Forms), Jake McMurchie  e Pete Judge (Get The Blessing e Ultrasound Contemporary Jazz Ensemble) e Pete Judge, Pedro Oliveira registou um intenso encontro de descoberta mútua, de contaminação benigna pelo som. E assim se ergue uma imagem espectral, de um local tão real quanto imaginado, onde os instrumentos podem ressoar sem limites, livres de condicionalismos estruturais e harmónicos.

The Clifton Bridge Landscapes de Krake tem edição do próprio Pedro Oliveira com apoio da Fundação GDA.