Novo projeto do multi-instrumentista Jorge Queijo introduz nas suas performances ao vivo a tensão do rock, do punk, do free jazz e do minimalismo. A Jorge Queijo juntam-se João Mortágua (Saxofone Alto) e Olivia Pinto (baixo elétrico). Os três artistas vão estar em residência artística em Montemor-o-Velho durante o Space Festival, apresentando ao público o resultado em primeira mão no festival.

A partir de encontros musicais variados, Jorge Queijo (1974) desenvolveu um gosto particular por composições contemporâneas, colhendo influências de rock, thrash metal, jazz, free jazz, improvisação, minimalismo, gamelão e formas de música deep drone. Multi-instrumentista, improvisador, compositor e produtor, estudou percussão clássica e é licenciado em Jazz pela ESMAE. Tem ainda um mestrado em Liderança Musical pela Guildhall School of Music and Drama. As suas criações incluem encomendas de música para dança, teatro e exposições, além de criar as suas próprias instalações sonoras. Jorge Queijo é um músico muito requisitado, que já colaborou com vários artistas europeus e americanos, como Chris Corsano, Nate Wooley, John Zorn, Rodrigo Amado, Yoshio Machida, Call Lyal, Burkhard Beins, Fritz Hauser, Hugo Antunes, B. Fleischmann, Liz Allbee, Duncan Speakman, Sara Anderson, Sérgio Carolino, Jorge Coelho, Gustavo Costa, Alberto Lopes, Henrique Fernandes, João Filipe Pais, entre outros.

Multi-instrumentalist Jorge Queijo's new project introduces the tension of rock, punk, free jazz and minimalism into his live performances. Jorge Queijo is joined by João Mortágua (sax) and Olivia Pinto (electric bass). The three artists will be in artistic residency in Montemor-o-Velho during Space Festival, presenting the results to the audience first hand during the festival.

From a variety of musical encounters, Jorge Queijo (1974) has developed a particular taste for contemporary compositions, drawing influences from rock, thrash metal, jazz, free jazz, improvisation, minimalism, gamelan and deep drone forms of music. Multi-instrumentalist, improviser, composer and producer, he studied classical percussion and has a degree in Jazz from ESMAE. He also has a Masters in Music Leadership from the Guildhall School of Music and Drama. His creations include music commissions for dance, theatre and exhibitions, as well as creating his own sound installations. Jorge Queijo is a highly sought-after musician who has collaborated with various European and American artists, such as Chris Corsano, Nate Wooley, John Zorn, Rodrigo Amado, Yoshio Machida, Call Lyal, Burkhard Beins, Fritz Hauser, Hugo Antunes, B. Fleischmann, Liz Allbee, Duncan Speakman, Sara Anderson, Sérgio Carolino, Jorge Coelho, Gustavo Costa, Alberto Lopes, Henrique Fernandes, João Filipe Pais, among others.

Ficha artística / Artistic Description

Bateria e teclado / Drums & keyboard- Jorge Queijo

Saxofone alto / Sax - João Mortágua

Baixo Elétrico / Electric bass - Olivia Pinto

Jorge Queijo

A partir de encontros musicais variados, Jorge Queijo (1974) desenvolveu um gosto particular por composições contemporâneas, colhendo influências de rock, thrash metal, jazz, free jazz, improvisação, minimalismo, gamelão e formas de música deep drone. Multi-instrumentista, improvisador, compositor e produtor, estudou percussão clássica e é licenciado em Jazz pela ESMAE. Tem ainda um mestrado em Liderança Musical pela Guildhall School of Music and Drama. As suas criações incluem encomendas de música para dança, teatro e exposições, além de criar as suas próprias instalações sonoras.

Jorge Queijo é um músico muito requisitado, que já colaborou com vários artistas europeus e americanos, como Chris Corsano, Nate Wooley, John Zorn, Rodrigo Amado, Yoshio Machida, Call Lyal, Burkhard Beins, Fritz Hauser, Hugo Antunes, B. Fleischmann, Liz Allbee, Duncan Speakman, Sara Anderson, Sérgio Carolino, Jorge Coelho, Gustavo Costa, Alberto Lopes, Henrique Fernandes, João Filipe Pais, entre outros.

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João Mortágua

Saxofonista, compositor e improvisador, João Mortágua (1987) licenciou-se na Escola Superior de Música e Artes do Espetáculo (ESMAE, Porto), em 2009. Atualmente reside em Coimbra, onde leciona as disciplinas de Saxofone e Combo no Curso de Jazz do Conservatório de Música da cidade.

Gravou cinco álbuns em nome próprio: “Janela” (2014), “Mirrors”, “AXES” (2017), “Dentro da Janela” (2019) e “MAZAM: Land” (2020), todos através do carimbo Porta Jazz. Em 2017 foi considerado Músico do Ano nos prémios RTP/Festa do Jazz. O seu álbum “Dentro da Janela” foi eleito Disco do Ano pela jazz.pt e pela JazzLogical, arrecadando ainda o galardão de Melhor Álbum Jazz nos Prémios Play da Música Portuguesa.

Toca regularmente com Nuno Ferreira, André Fernandes, Carlos Bica, André Santos, Filipe Teixeira, Hugo Raro, Nelson Cascais, Paulo Santo, Bruno Pernadas, Jeffery Davis, Alexandre Coelho, Miguel Calhaz, Gonçalo Moreira e Bernardo Moreira, entre outros. Co-lidera os duos Kintsugi (com Luís Figueiredo, cujo disco foi recentemente lançado) e STAU (com Diogo Alexandre), o trio Quang Ny Lys (com Mané Fernandes e Rita Maria), e o Ensemble Mondego (com Ricardo Formoso).

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Olivia Pinto

Olívia Pinto, natural de Viseu, destaca-se como uma jovem multi-instrumentista com ênfase no jazz, concentrando-se principalmente no baixo elétrico, embora também tenha experiência como teclista e vocalista. Vinda de uma família com tradição musical, ela está ativamente envolvida na cena musical local por meio da Associação Cultural Gira Sol Azul.

Tem participado em várias edições do festival Que Jazz é Este?, como membro do coletivo. Além disso, colabora em diversos espetáculos, incluindo "Tangerina", "A Voz do Rock" e "Sophia". Olívia Pinto é também membro da Gira Big Band, uma formação composta por jovens músicos da região de Viseu. Recentemente, ela participou de uma residência artística e de um concerto com o Jorge Queijo Trio, como parte do Space Festival.

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