José Miguel Pinto + Gustavo Costa + João Martins

Concerto

11 Dec

22H00

Ficha Artística

José Miguel Pinto - Guitarra

Gustavo Costa - Percussão

João Martins - Saxofone

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José Miguel Pinto

José Miguel Pinto nasceu em 1973 na Figueira da Foz e é músico autodidata. Utiliza instrumentos tão diversos como a guitarra elétrica, rádios, cassetes, zeremin (adaptação livre, multifónica e por vezes midi do theremin), instrumentos preparados, computadores, berimbau, memórias RAM de equipamentos diversos.

Dirigiu um workshop sobre música improvisada para bandas sonoras em 1997 e frequentou vários workshops com diferentes artistas. Participou em concertos de diferentes estilos musicais, como rock, pop, improvisação, eletrónica e experimental. Também colaborou com várias bandas e artistas, como RIP - Rotterdamse Improvisatie Poel, Filipe Menezes, Grupo Grua, e outros. Além disso, compôs músicas para teatro e outros eventos artísticos, e fez arranjos musicais para grupos como TASCO e Trashcleaner. 

É membro fundador do projeto de música improvisada Oh!Malone e participou em várias gravações e eventos, incluindo a Mostra Nacional de Jovens Criadores em 1999. Mais recentemente tem colaborado com o Space Ensemble em diversos filmes-concerto.

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Gustavo Costa

Nasceu no Porto em 1976. Estudou percussão, tecnologias da música, sonologia, composição e teoria musical, concluindo o doutoramento em Media Digitais na Universidade do Porto / Universidade do Texas / Austin, sobre o tema da expressividade e interação na música por computador. Lecionou na Universidade de Aveiro e na ESART em Castelo Branco, e é atualmente professor adjunto convidado na ESMAE, Porto, no mestrado em Arte, Som e Tecnologia.
Membro fundador da Sonoscopia Associação, o seu trabalho como músico e compositor incide na contracultura underground, na música improvisada e electroacústica. Tocou e gravou extensivamente com centenas de músicos por toda a Europa, Estados Unidos, Brasil, Iraque, Colômbia, Emirados Árabes Unidos, Tunísia, Japão, Chile e Líbano com, entre outros, John Zorn’s Cobra, Mark Stewart, Fritz Hauser, Três Tristes Tigres, Carlos Zíngaro, Rafael Toral, Alfred Harth, Lukas Ligeti, Barbez, Jamie Saft, Damo Suzuki ou Steve Mackay.
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O seu trabalho foi apresentado em centenas de espaços e festivais como o Tsonami (Valparaíso, Chile), Museo de Arte Moderna (Medellin, Colômbia), Centro Cultural de Belém (Lisboa), Casa da Música (Porto), Space 21 (Slemani, Iraque), NYU Abu Dhabi (Emirados Árabes Unidos), Irtijal (Beirute, Líbano), Saalfelden
Jazz Festival (Áustria) ou Issue Project Room (Nova Iorque, Estados Unidos).

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João Martins

Iniciou os seus estudos musicais em 1990, no Conservatório de Música de Aveiro. A partir de 1998, dedicou-se à experimentação e improvisação, tendo iniciado uma atividade regular como compositor, intérprete, improvisador e construtor de instrumentos. No seu percurso como músico, a solo e em grupos diversos, participou em inúmeros concertos, performances e edições em Portugal e no estrangeiro. Colaborou com algumas das mais relevantes figuras do panorama nacional e internacional na área da improvisação e experimentação. Concluiu, em 2009 o Curso de Formação de Animadores Musicais, do Serviço Educativo da Casa da Música e tem desenvolvido oficinas e projetos de arte comunitária, com destaque para a atividade do Space Ensemble, com ampla circulação nacional.

Colabora com o Visões Úteis desde 1999, tendo assumido um progressivo envolvimento nos processos criativos, nomeadamente na área da Performance na Paisagem e audiowalks, partilhando a direção deste tipo de projetos a partir de 2014. Integrou a Direção Artística do coletivo entre 2017 e 2021, período durante o qual assumiu também a função de Diretor Técnico. A partir de 2022, integra a equipa de artistas residentes do Visões Úteis, desenvolvendo atividade como músico, sonoplasta, dramaturgo e performer e na coordenação técnica de projetos.

É docente de TIC e Desenho Técnico na Academia Contemporânea do Espetáculo e de Desenho Assistido por Computador na ESMAE/IPP. Frequentou a licenciatura em Arquitetura da Universidade do Porto e é licenciado em Estudos Artísticos (Minor em Artes e Património), pela Universidade Aberta. Está atualmente a concluir o Mestrado em Ensino de Artes Visuais (FPCEUP e FBAUP).

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José Miguel Pinto - Guitarra

Gustavo Costa - Percussão

João Martins - Saxofone

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José Miguel Pinto

José Miguel Pinto nasceu em 1973 na Figueira da Foz e é músico autodidata. Utiliza instrumentos tão diversos como a guitarra elétrica, rádios, cassetes, zeremin (adaptação livre, multifónica e por vezes midi do theremin), instrumentos preparados, computadores, berimbau, memórias RAM de equipamentos diversos.

Dirigiu um workshop sobre música improvisada para bandas sonoras em 1997 e frequentou vários workshops com diferentes artistas. Participou em concertos de diferentes estilos musicais, como rock, pop, improvisação, eletrónica e experimental. Também colaborou com várias bandas e artistas, como RIP - Rotterdamse Improvisatie Poel, Filipe Menezes, Grupo Grua, e outros. Além disso, compôs músicas para teatro e outros eventos artísticos, e fez arranjos musicais para grupos como TASCO e Trashcleaner. 

É membro fundador do projeto de música improvisada Oh!Malone e participou em várias gravações e eventos, incluindo a Mostra Nacional de Jovens Criadores em 1999. Mais recentemente tem colaborado com o Space Ensemble em diversos filmes-concerto.

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Gustavo Costa

Nasceu no Porto em 1976. Estudou percussão, tecnologias da música, sonologia, composição e teoria musical, concluindo o doutoramento em Media Digitais na Universidade do Porto / Universidade do Texas / Austin, sobre o tema da expressividade e interação na música por computador. Lecionou na Universidade de Aveiro e na ESART em Castelo Branco, e é atualmente professor adjunto convidado na ESMAE, Porto, no mestrado em Arte, Som e Tecnologia.
Membro fundador da Sonoscopia Associação, o seu trabalho como músico e compositor incide na contracultura underground, na música improvisada e electroacústica. Tocou e gravou extensivamente com centenas de músicos por toda a Europa, Estados Unidos, Brasil, Iraque, Colômbia, Emirados Árabes Unidos, Tunísia, Japão, Chile e Líbano com, entre outros, John Zorn’s Cobra, Mark Stewart, Fritz Hauser, Três Tristes Tigres, Carlos Zíngaro, Rafael Toral, Alfred Harth, Lukas Ligeti, Barbez, Jamie Saft, Damo Suzuki ou Steve Mackay.
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O seu trabalho foi apresentado em centenas de espaços e festivais como o Tsonami (Valparaíso, Chile), Museo de Arte Moderna (Medellin, Colômbia), Centro Cultural de Belém (Lisboa), Casa da Música (Porto), Space 21 (Slemani, Iraque), NYU Abu Dhabi (Emirados Árabes Unidos), Irtijal (Beirute, Líbano), Saalfelden
Jazz Festival (Áustria) ou Issue Project Room (Nova Iorque, Estados Unidos).

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João Martins

Iniciou os seus estudos musicais em 1990, no Conservatório de Música de Aveiro. A partir de 1998, dedicou-se à experimentação e improvisação, tendo iniciado uma atividade regular como compositor, intérprete, improvisador e construtor de instrumentos. No seu percurso como músico, a solo e em grupos diversos, participou em inúmeros concertos, performances e edições em Portugal e no estrangeiro. Colaborou com algumas das mais relevantes figuras do panorama nacional e internacional na área da improvisação e experimentação. Concluiu, em 2009 o Curso de Formação de Animadores Musicais, do Serviço Educativo da Casa da Música e tem desenvolvido oficinas e projetos de arte comunitária, com destaque para a atividade do Space Ensemble, com ampla circulação nacional.

Colabora com o Visões Úteis desde 1999, tendo assumido um progressivo envolvimento nos processos criativos, nomeadamente na área da Performance na Paisagem e audiowalks, partilhando a direção deste tipo de projetos a partir de 2014. Integrou a Direção Artística do coletivo entre 2017 e 2021, período durante o qual assumiu também a função de Diretor Técnico. A partir de 2022, integra a equipa de artistas residentes do Visões Úteis, desenvolvendo atividade como músico, sonoplasta, dramaturgo e performer e na coordenação técnica de projetos.

É docente de TIC e Desenho Técnico na Academia Contemporânea do Espetáculo e de Desenho Assistido por Computador na ESMAE/IPP. Frequentou a licenciatura em Arquitetura da Universidade do Porto e é licenciado em Estudos Artísticos (Minor em Artes e Património), pela Universidade Aberta. Está atualmente a concluir o Mestrado em Ensino de Artes Visuais (FPCEUP e FBAUP).

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