



HARPOEMACTO (Angélica Salvi e Nuno Pinto) procura misturar a poesia à música e à performance para criar um corpo interdisciplinar, uma harmonia e ao mesmo tempo um estremecimento, uma cisão. A harpa evoca assim uma atmosfera insólita onde a experimentação tem o seu lugar primordial ao explorar novos territórios. A voz existe também como instrumento performativo procurando estabelecer uma ligação não só com a harpa, mas também com o público na forma de ritual. O encontro entre Nuno Pinto e Angélica Salvi resulta de um projecto desenvolvido em conjunto com a Oficina Arara (que editou a sua primeira peça “Horto de Punhais”). A afinidade nasceu entre eles descobrindo analogias artísticas e convergências linguísticas entre as duas artes (música e teatro). O seu primeiro trabalho foi apresentado ao vivo em La Marmita, Miss'opo, Festival P.A, Verde Rubro e Sonocopia (Porto).
HARPOEMACTO (Angélica Salvi and Nuno Pinto) seeks to blend poetry with music and performance to create an interdisciplinary whole – a harmony and, at the same time, a shudder, a rupture. The harp thus evokes an unusual atmosphere in which experimentation plays a central role as it explores new territories. The voice also functions as a performative instrument, seeking to establish a connection not only with the harp but also with the audience in the form of a ritual. The collaboration between Nuno Pinto and Angélica Salvi stems from a project developed in partnership with Oficina Arara (which produced their first piece, ‘Horto de Punhais’). A bond formed between them as they discovered artistic analogies and linguistic convergences between the two arts (music and theatre). Their first work was performed live at La Marmita, Miss’opo, Festival P.A, Verde Rubro and Sonocopia (Porto).
Angélica Salvi - Harpa
Nuno Marques Pinto - Voz, Poemas