HARPOEMACTO

Concerto

14 Nov

17h30

HARPOEMACTO (Angélica Salvi e Nuno Pinto) procura misturar a poesia à música e à performance para criar um corpo interdisciplinar, uma harmonia e ao mesmo tempo um estremecimento, uma cisão. A harpa evoca assim uma atmosfera insólita onde a experimentação tem o seu lugar primordial ao explorar novos territórios. A voz existe também como instrumento performativo procurando estabelecer uma ligação não só com a harpa, mas também com o público na forma de ritual. O encontro entre Nuno Pinto e Angélica Salvi resulta de um projecto desenvolvido em conjunto com a Oficina Arara (que editou a sua primeira peça “Horto de Punhais”). A afinidade nasceu entre eles descobrindo analogias artísticas e convergências linguísticas entre as duas artes (música e teatro). O seu primeiro trabalho foi apresentado ao vivo em La Marmita, Miss'opo, Festival P.A, Verde Rubro e Sonocopia (Porto).

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Angélica Salvi - Harpa

Nuno Marques Pinto - Voz, Poemas

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Angélica Salvi

Angélica Salvi é uma harpista, compositora e artista sonora espanhola, radicada no Porto desde 2011. Possui uma extensa carreira artística durante a qual trabalhou com compositores como Takayuki Ray, Joseph Waters, Heiner Goebbels, Stephen Andrew Taylor e também com músicos improvisadores como Butch Morris, Evan Parker, Joëlle Léandre e Han Bennink.

Depois de se licenciar no Conservatório Real de Madrid, Angélica prosseguiu os seus estudos na Universidade do Arizona (Estados Unidos) e no Conservatório de Música de Haia (Países Baixos), onde concluiu dois mestrados especializados em improvisação, música contemporânea e eletroacústica.

Como harpista profissional, colaborou em inúmeras ocasiões com várias orquestras sinfónicas e conjuntos de todo o mundo. O seu primeiro álbum a solo “Phantone” foi apresentado em festivais de música como o Boom Festival, Waking Life, La Terraza Magnética, Cistermúsica, Super Bock em Stock, FMM Sines, Tremor ou Jazz em Agosto.

Ao longo dos últimos 10 anos, mergulhou no mundo da eletrónica ao vivo e participou em múltiplos projetos no campo da música experimental, artes visuais, dança e teatro, organizados por grupos como Sonoscopia, Balleteatro, Oficina Arara, Crónica Eletrónica, Teatro de Ferro e Vertixe Sonora Ensemble. Membro fundador do FMFX (Female Effects Collective), Angélica tem criado projetos multidisciplinares como “Harpoemacto”, “Nooito”, “Transcendecia and Delirium” e “Invisible Landscapes”. Atualmente é professora de harpa no Conservatório de Música do Porto.

→ VER ARTISTA / SEE ARTIST

Nuno Pinto

Actor, performer, rádiotransmissor  Nuno Marques Pinto tem rasto de trabalho longo e focado, entre a passagem como actor pela companhia Escola da Noite  em Coimbra, performances com artistas como Jonathan Uliel Saldanha ou Alexandre Estrela, peças para rádio e actuações ao vivo, tanto a solo como, mais recentemente, na banda E o Resto. Seguindo-se a registos como ‘Turva Lingua’ ou ‘Invenção Única  lançou recentemente novo álbum “ Canto Ventríloquo “ com edição pela francesa La République des Granges  que continua  o seu processo de disrupção das lógicas canónicas e formais da linguagem, onde o corpo se faz voz para daí assumir uma multiplicidade de significantes e significados, sob a forma de repetições obsessivas, urros, palatos rítmicos, processamento, corte e colagem, canto ou declamações com tanto de Alan Vega como de Ghédalia Tazartès no espírito, mas incorporado numa realidade, ou múltiplas realidades, muito sua.

→ VER ARTISTA / SEE ARTIST

HARPOEMACTO (Angélica Salvi e Nuno Pinto) procura misturar a poesia à música e à performance para criar um corpo interdisciplinar, uma harmonia e ao mesmo tempo um estremecimento, uma cisão. A harpa evoca assim uma atmosfera insólita onde a experimentação tem o seu lugar primordial ao explorar novos territórios. A voz existe também como instrumento performativo procurando estabelecer uma ligação não só com a harpa, mas também com o público na forma de ritual. O encontro entre Nuno Pinto e Angélica Salvi resulta de um projecto desenvolvido em conjunto com a Oficina Arara (que editou a sua primeira peça “Horto de Punhais”). A afinidade nasceu entre eles descobrindo analogias artísticas e convergências linguísticas entre as duas artes (música e teatro). O seu primeiro trabalho foi apresentado ao vivo em La Marmita, Miss'opo, Festival P.A, Verde Rubro e Sonocopia (Porto).

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HARPOEMACTO (Angélica Salvi and Nuno Pinto) seeks to blend poetry with music and performance to create an interdisciplinary whole – a harmony and, at the same time, a shudder, a rupture. The harp thus evokes an unusual atmosphere in which experimentation plays a central role as it explores new territories. The voice also functions as a performative instrument, seeking to establish a connection not only with the harp but also with the audience in the form of a ritual. The collaboration between Nuno Pinto and Angélica Salvi stems from a project developed in partnership with Oficina Arara (which produced their first piece, ‘Horto de Punhais’). A bond formed between them as they discovered artistic analogies and linguistic convergences between the two arts (music and theatre). Their first work was performed live at La Marmita, Miss’opo, Festival P.A, Verde Rubro and Sonocopia (Porto).

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Angélica Salvi - Harpa

Nuno Marques Pinto - Voz, Poemas

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Angélica Salvi

Angélica Salvi é uma harpista, compositora e artista sonora espanhola, radicada no Porto desde 2011. Possui uma extensa carreira artística durante a qual trabalhou com compositores como Takayuki Ray, Joseph Waters, Heiner Goebbels, Stephen Andrew Taylor e também com músicos improvisadores como Butch Morris, Evan Parker, Joëlle Léandre e Han Bennink.

Depois de se licenciar no Conservatório Real de Madrid, Angélica prosseguiu os seus estudos na Universidade do Arizona (Estados Unidos) e no Conservatório de Música de Haia (Países Baixos), onde concluiu dois mestrados especializados em improvisação, música contemporânea e eletroacústica.

Como harpista profissional, colaborou em inúmeras ocasiões com várias orquestras sinfónicas e conjuntos de todo o mundo. O seu primeiro álbum a solo “Phantone” foi apresentado em festivais de música como o Boom Festival, Waking Life, La Terraza Magnética, Cistermúsica, Super Bock em Stock, FMM Sines, Tremor ou Jazz em Agosto.

Ao longo dos últimos 10 anos, mergulhou no mundo da eletrónica ao vivo e participou em múltiplos projetos no campo da música experimental, artes visuais, dança e teatro, organizados por grupos como Sonoscopia, Balleteatro, Oficina Arara, Crónica Eletrónica, Teatro de Ferro e Vertixe Sonora Ensemble. Membro fundador do FMFX (Female Effects Collective), Angélica tem criado projetos multidisciplinares como “Harpoemacto”, “Nooito”, “Transcendecia and Delirium” e “Invisible Landscapes”. Atualmente é professora de harpa no Conservatório de Música do Porto.

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Nuno Pinto

Actor, performer, rádiotransmissor  Nuno Marques Pinto tem rasto de trabalho longo e focado, entre a passagem como actor pela companhia Escola da Noite  em Coimbra, performances com artistas como Jonathan Uliel Saldanha ou Alexandre Estrela, peças para rádio e actuações ao vivo, tanto a solo como, mais recentemente, na banda E o Resto. Seguindo-se a registos como ‘Turva Lingua’ ou ‘Invenção Única  lançou recentemente novo álbum “ Canto Ventríloquo “ com edição pela francesa La République des Granges  que continua  o seu processo de disrupção das lógicas canónicas e formais da linguagem, onde o corpo se faz voz para daí assumir uma multiplicidade de significantes e significados, sob a forma de repetições obsessivas, urros, palatos rítmicos, processamento, corte e colagem, canto ou declamações com tanto de Alan Vega como de Ghédalia Tazartès no espírito, mas incorporado numa realidade, ou múltiplas realidades, muito sua.

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