Sets de improvisação

Concerto

Jul 14, 2004

22H00

Ficha Artística

Ana Costa - Flauta transversal

José Miguel Pinto - Guitarra eléctrica

João Martins - MeSA+saxofones

Alexandre Gamelas - Contrabaixo

João Tiago Fernandes- Percussão

Jorge Queijo - Bateria

Jeffrey Davies - Vibrapone

Jorge Loura - Guitarra

Hugo Correia - Contrabaixo

Gustavo Costa - Bateria

Henrique Fernandes - Contrabaixo

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José Miguel Pinto

José Miguel Pinto nasceu em 1973 na Figueira da Foz e é músico autodidata. Utiliza instrumentos tão diversos como a guitarra elétrica, rádios, cassetes, zeremin (adaptação livre, multifónica e por vezes midi do theremin), instrumentos preparados, computadores, berimbau, memórias RAM de equipamentos diversos.

Dirigiu um workshop sobre música improvisada para bandas sonoras em 1997 e frequentou vários workshops com diferentes artistas. Participou em concertos de diferentes estilos musicais, como rock, pop, improvisação, eletrónica e experimental. Também colaborou com várias bandas e artistas, como RIP - Rotterdamse Improvisatie Poel, Filipe Menezes, Grupo Grua, e outros. Além disso, compôs músicas para teatro e outros eventos artísticos, e fez arranjos musicais para grupos como TASCO e Trashcleaner. 

É membro fundador do projeto de música improvisada Oh!Malone e participou em várias gravações e eventos, incluindo a Mostra Nacional de Jovens Criadores em 1999. Mais recentemente tem colaborado com o Space Ensemble em diversos filmes-concerto.

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João Martins

Iniciou os seus estudos musicais em 1990, no Conservatório de Música de Aveiro. A partir de 1998, dedicou-se à experimentação e improvisação, tendo iniciado uma atividade regular como compositor, intérprete, improvisador e construtor de instrumentos. No seu percurso como músico, a solo e em grupos diversos, participou em inúmeros concertos, performances e edições em Portugal e no estrangeiro. Colaborou com algumas das mais relevantes figuras do panorama nacional e internacional na área da improvisação e experimentação. Concluiu, em 2009 o Curso de Formação de Animadores Musicais, do Serviço Educativo da Casa da Música e tem desenvolvido oficinas e projetos de arte comunitária, com destaque para a atividade do Space Ensemble, com ampla circulação nacional.

Colabora com o Visões Úteis desde 1999, tendo assumido um progressivo envolvimento nos processos criativos, nomeadamente na área da Performance na Paisagem e audiowalks, partilhando a direção deste tipo de projetos a partir de 2014. Integrou a Direção Artística do coletivo entre 2017 e 2021, período durante o qual assumiu também a função de Diretor Técnico. A partir de 2022, integra a equipa de artistas residentes do Visões Úteis, desenvolvendo atividade como músico, sonoplasta, dramaturgo e performer e na coordenação técnica de projetos.

É docente de TIC e Desenho Técnico na Academia Contemporânea do Espetáculo e de Desenho Assistido por Computador na ESMAE/IPP. Frequentou a licenciatura em Arquitetura da Universidade do Porto e é licenciado em Estudos Artísticos (Minor em Artes e Património), pela Universidade Aberta. Está atualmente a concluir o Mestrado em Ensino de Artes Visuais (FPCEUP e FBAUP).

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João Tiago Fernandes

João Tiago Fernandes é percussionista, tendo completado os seus estudos no Conservatório de Música de Aveiro Calouste Gulbenkian em Performance Musical, Teoria, Composição e Percussão no ano de 2010. Mais tarde trabalhou na orquestra sinfónica UWE Orchestra (CPA), em Bristol, Reino Unido. Em paralelo ao seu trabalho como músico, tem desenvolvido uma carreira enquanto artista e formador na área do desenho, ilustração e animação.

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Jorge Queijo

A partir de encontros musicais variados, Jorge Queijo (1974) desenvolveu um gosto particular por composições contemporâneas, colhendo influências de rock, thrash metal, jazz, free jazz, improvisação, minimalismo, gamelão e formas de música deep drone. Multi-instrumentista, improvisador, compositor e produtor, estudou percussão clássica e é licenciado em Jazz pela ESMAE. Tem ainda um mestrado em Liderança Musical pela Guildhall School of Music and Drama. As suas criações incluem encomendas de música para dança, teatro e exposições, além de criar as suas próprias instalações sonoras.

Jorge Queijo é um músico muito requisitado, que já colaborou com vários artistas europeus e americanos, como Chris Corsano, Nate Wooley, John Zorn, Rodrigo Amado, Yoshio Machida, Call Lyal, Burkhard Beins, Fritz Hauser, Hugo Antunes, B. Fleischmann, Liz Allbee, Duncan Speakman, Sara Anderson, Sérgio Carolino, Jorge Coelho, Gustavo Costa, Alberto Lopes, Henrique Fernandes, João Filipe Pais, entre outros.

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Gustavo Costa

Nasceu no Porto em 1976. Estudou percussão, tecnologias da música, sonologia, composição e teoria musical, concluindo o doutoramento em Media Digitais na Universidade do Porto / Universidade do Texas / Austin, sobre o tema da expressividade e interação na música por computador. Lecionou na Universidade de Aveiro e na ESART em Castelo Branco, e é atualmente professor adjunto convidado na ESMAE, Porto, no mestrado em Arte, Som e Tecnologia.
Membro fundador da Sonoscopia Associação, o seu trabalho como músico e compositor incide na contracultura underground, na música improvisada e electroacústica. Tocou e gravou extensivamente com centenas de músicos por toda a Europa, Estados Unidos, Brasil, Iraque, Colômbia, Emirados Árabes Unidos, Tunísia, Japão, Chile e Líbano com, entre outros, John Zorn’s Cobra, Mark Stewart, Fritz Hauser, Três Tristes Tigres, Carlos Zíngaro, Rafael Toral, Alfred Harth, Lukas Ligeti, Barbez, Jamie Saft, Damo Suzuki ou Steve Mackay.
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O seu trabalho foi apresentado em centenas de espaços e festivais como o Tsonami (Valparaíso, Chile), Museo de Arte Moderna (Medellin, Colômbia), Centro Cultural de Belém (Lisboa), Casa da Música (Porto), Space 21 (Slemani, Iraque), NYU Abu Dhabi (Emirados Árabes Unidos), Irtijal (Beirute, Líbano), Saalfelden
Jazz Festival (Áustria) ou Issue Project Room (Nova Iorque, Estados Unidos).

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Henrique Fernandes

Formado em contrabaixo pela Escola Superior de Música e das Artes do Espetáculo, Henrique Fernandes desenvolve uma atividade paralela à sua formação clássica nas áreas da improvisação e da música experimental. Foi um dos mais dinâmicos impulsionadores do desenvolvimento da cena portuense a partir da transição do milénio, colaborando e tocando com inúmeros improvisadores e formações como Mécanosphère, Stealing Orchestra, Três Tristes Tigres, Estilhaços, John Zorn’s Cobra, Damo Suzuki ou Fritz Hauser. 

Nos últimos anos, concentra o seu trabalho na construção de novos instrumentos e na criação de obras sonoras que desenvolve coletivamente com a Sonoscopia, associação da qual é membro fundador e com a qual se apresentou em vários países europeus, América do Sul e Emirados Árabes Unidos. Como criador, foca-se no detalhe sónico dos objetos e dos materiais, desenvolvendo obras onde o som é reforçado por uma forte componente visual. Nesta área, destacam-se as peças para todas as infâncias “INsono” e “Futurina”, a exploração luminosa e eletromagnética “Draper Point” ou a imersão subaquática “Sublumia”.

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Albrecht Loops

Alberto Lopes (aka Albrecht Loops) desenvolve um trabalho regular nas áreas da música experimental e improvisada desde o final dos anos 80, integrando diversas formações e colaborando com vários músicos como Peter Kowald, John Zorn ́s Cobra, Koji Asano, Nuno Rebelo. O seu trabalho centra-se em torno dos instrumentos de cordas e da lutherie, desenvolvendo instrumentos singulares como a Twintar, um cordofone onde a execução simultânea feita por dois instrumentistas produz resultados em constante imprevisibilidade e transformação. Possui uma vasta obra para música de cena, tendo trabalhado com diversas companhias, encenadores e coreógrafos como Visões Úteis, Dato de Weerd, Paulo Lisboa, António Feio, Nuno Cardoso, Paulo Castro, José Wallenstein ou Rui Nunes.

De 1999 a 2003 foi o fundador e diretor artístico do Co-Lab, Festival de Música Improvisada que foi determinante no crescimento da cena de música experimental portuense e na confluência de diferentes perspetivas sobre a exploração sonora. Desempenhou as funções de coordenador de som no Teatro Aveirense, coordenador técnico no Teatro Municipal da Guarda e diretor técnico n’A Moagem Cidade do Engenho e das Artes do Fundão. Desde 2013 é membro nuclear da Sonoscopia, associação para a qual desenvolve trabalho como criador e intérprete em obras como Phonambient, Phonopticon ou Phobos, tendo-se apresentado ao vivo em vários países europeus e na Colômbia.

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Ficha Artística

Ana Costa - Flauta transversal

José Miguel Pinto - Guitarra eléctrica

João Martins - MeSA+saxofones

Alexandre Gamelas - Contrabaixo

João Tiago Fernandes- Percussão

Jorge Queijo - Bateria

Jeffrey Davies - Vibrapone

Jorge Loura - Guitarra

Hugo Correia - Contrabaixo

Gustavo Costa - Bateria

Henrique Fernandes - Contrabaixo

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José Miguel Pinto

José Miguel Pinto nasceu em 1973 na Figueira da Foz e é músico autodidata. Utiliza instrumentos tão diversos como a guitarra elétrica, rádios, cassetes, zeremin (adaptação livre, multifónica e por vezes midi do theremin), instrumentos preparados, computadores, berimbau, memórias RAM de equipamentos diversos.

Dirigiu um workshop sobre música improvisada para bandas sonoras em 1997 e frequentou vários workshops com diferentes artistas. Participou em concertos de diferentes estilos musicais, como rock, pop, improvisação, eletrónica e experimental. Também colaborou com várias bandas e artistas, como RIP - Rotterdamse Improvisatie Poel, Filipe Menezes, Grupo Grua, e outros. Além disso, compôs músicas para teatro e outros eventos artísticos, e fez arranjos musicais para grupos como TASCO e Trashcleaner. 

É membro fundador do projeto de música improvisada Oh!Malone e participou em várias gravações e eventos, incluindo a Mostra Nacional de Jovens Criadores em 1999. Mais recentemente tem colaborado com o Space Ensemble em diversos filmes-concerto.

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João Martins

Iniciou os seus estudos musicais em 1990, no Conservatório de Música de Aveiro. A partir de 1998, dedicou-se à experimentação e improvisação, tendo iniciado uma atividade regular como compositor, intérprete, improvisador e construtor de instrumentos. No seu percurso como músico, a solo e em grupos diversos, participou em inúmeros concertos, performances e edições em Portugal e no estrangeiro. Colaborou com algumas das mais relevantes figuras do panorama nacional e internacional na área da improvisação e experimentação. Concluiu, em 2009 o Curso de Formação de Animadores Musicais, do Serviço Educativo da Casa da Música e tem desenvolvido oficinas e projetos de arte comunitária, com destaque para a atividade do Space Ensemble, com ampla circulação nacional.

Colabora com o Visões Úteis desde 1999, tendo assumido um progressivo envolvimento nos processos criativos, nomeadamente na área da Performance na Paisagem e audiowalks, partilhando a direção deste tipo de projetos a partir de 2014. Integrou a Direção Artística do coletivo entre 2017 e 2021, período durante o qual assumiu também a função de Diretor Técnico. A partir de 2022, integra a equipa de artistas residentes do Visões Úteis, desenvolvendo atividade como músico, sonoplasta, dramaturgo e performer e na coordenação técnica de projetos.

É docente de TIC e Desenho Técnico na Academia Contemporânea do Espetáculo e de Desenho Assistido por Computador na ESMAE/IPP. Frequentou a licenciatura em Arquitetura da Universidade do Porto e é licenciado em Estudos Artísticos (Minor em Artes e Património), pela Universidade Aberta. Está atualmente a concluir o Mestrado em Ensino de Artes Visuais (FPCEUP e FBAUP).

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João Tiago Fernandes

João Tiago Fernandes é percussionista, tendo completado os seus estudos no Conservatório de Música de Aveiro Calouste Gulbenkian em Performance Musical, Teoria, Composição e Percussão no ano de 2010. Mais tarde trabalhou na orquestra sinfónica UWE Orchestra (CPA), em Bristol, Reino Unido. Em paralelo ao seu trabalho como músico, tem desenvolvido uma carreira enquanto artista e formador na área do desenho, ilustração e animação.

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Jorge Queijo

A partir de encontros musicais variados, Jorge Queijo (1974) desenvolveu um gosto particular por composições contemporâneas, colhendo influências de rock, thrash metal, jazz, free jazz, improvisação, minimalismo, gamelão e formas de música deep drone. Multi-instrumentista, improvisador, compositor e produtor, estudou percussão clássica e é licenciado em Jazz pela ESMAE. Tem ainda um mestrado em Liderança Musical pela Guildhall School of Music and Drama. As suas criações incluem encomendas de música para dança, teatro e exposições, além de criar as suas próprias instalações sonoras.

Jorge Queijo é um músico muito requisitado, que já colaborou com vários artistas europeus e americanos, como Chris Corsano, Nate Wooley, John Zorn, Rodrigo Amado, Yoshio Machida, Call Lyal, Burkhard Beins, Fritz Hauser, Hugo Antunes, B. Fleischmann, Liz Allbee, Duncan Speakman, Sara Anderson, Sérgio Carolino, Jorge Coelho, Gustavo Costa, Alberto Lopes, Henrique Fernandes, João Filipe Pais, entre outros.

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Gustavo Costa

Nasceu no Porto em 1976. Estudou percussão, tecnologias da música, sonologia, composição e teoria musical, concluindo o doutoramento em Media Digitais na Universidade do Porto / Universidade do Texas / Austin, sobre o tema da expressividade e interação na música por computador. Lecionou na Universidade de Aveiro e na ESART em Castelo Branco, e é atualmente professor adjunto convidado na ESMAE, Porto, no mestrado em Arte, Som e Tecnologia.
Membro fundador da Sonoscopia Associação, o seu trabalho como músico e compositor incide na contracultura underground, na música improvisada e electroacústica. Tocou e gravou extensivamente com centenas de músicos por toda a Europa, Estados Unidos, Brasil, Iraque, Colômbia, Emirados Árabes Unidos, Tunísia, Japão, Chile e Líbano com, entre outros, John Zorn’s Cobra, Mark Stewart, Fritz Hauser, Três Tristes Tigres, Carlos Zíngaro, Rafael Toral, Alfred Harth, Lukas Ligeti, Barbez, Jamie Saft, Damo Suzuki ou Steve Mackay.
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O seu trabalho foi apresentado em centenas de espaços e festivais como o Tsonami (Valparaíso, Chile), Museo de Arte Moderna (Medellin, Colômbia), Centro Cultural de Belém (Lisboa), Casa da Música (Porto), Space 21 (Slemani, Iraque), NYU Abu Dhabi (Emirados Árabes Unidos), Irtijal (Beirute, Líbano), Saalfelden
Jazz Festival (Áustria) ou Issue Project Room (Nova Iorque, Estados Unidos).

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Henrique Fernandes

Formado em contrabaixo pela Escola Superior de Música e das Artes do Espetáculo, Henrique Fernandes desenvolve uma atividade paralela à sua formação clássica nas áreas da improvisação e da música experimental. Foi um dos mais dinâmicos impulsionadores do desenvolvimento da cena portuense a partir da transição do milénio, colaborando e tocando com inúmeros improvisadores e formações como Mécanosphère, Stealing Orchestra, Três Tristes Tigres, Estilhaços, John Zorn’s Cobra, Damo Suzuki ou Fritz Hauser. 

Nos últimos anos, concentra o seu trabalho na construção de novos instrumentos e na criação de obras sonoras que desenvolve coletivamente com a Sonoscopia, associação da qual é membro fundador e com a qual se apresentou em vários países europeus, América do Sul e Emirados Árabes Unidos. Como criador, foca-se no detalhe sónico dos objetos e dos materiais, desenvolvendo obras onde o som é reforçado por uma forte componente visual. Nesta área, destacam-se as peças para todas as infâncias “INsono” e “Futurina”, a exploração luminosa e eletromagnética “Draper Point” ou a imersão subaquática “Sublumia”.

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Albrecht Loops

Alberto Lopes (aka Albrecht Loops) desenvolve um trabalho regular nas áreas da música experimental e improvisada desde o final dos anos 80, integrando diversas formações e colaborando com vários músicos como Peter Kowald, John Zorn ́s Cobra, Koji Asano, Nuno Rebelo. O seu trabalho centra-se em torno dos instrumentos de cordas e da lutherie, desenvolvendo instrumentos singulares como a Twintar, um cordofone onde a execução simultânea feita por dois instrumentistas produz resultados em constante imprevisibilidade e transformação. Possui uma vasta obra para música de cena, tendo trabalhado com diversas companhias, encenadores e coreógrafos como Visões Úteis, Dato de Weerd, Paulo Lisboa, António Feio, Nuno Cardoso, Paulo Castro, José Wallenstein ou Rui Nunes.

De 1999 a 2003 foi o fundador e diretor artístico do Co-Lab, Festival de Música Improvisada que foi determinante no crescimento da cena de música experimental portuense e na confluência de diferentes perspetivas sobre a exploração sonora. Desempenhou as funções de coordenador de som no Teatro Aveirense, coordenador técnico no Teatro Municipal da Guarda e diretor técnico n’A Moagem Cidade do Engenho e das Artes do Fundão. Desde 2013 é membro nuclear da Sonoscopia, associação para a qual desenvolve trabalho como criador e intérprete em obras como Phonambient, Phonopticon ou Phobos, tendo-se apresentado ao vivo em vários países europeus e na Colômbia.

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