Má Língua

Pedro Gonçalves Oliveira, Samuel Martins Coelho e Rui Leal

Concerto

10 Nov

Má Língua é um trio onde guitarra, baixo, bateria e sintetizadores se encontram num território entre a composição e a improvisação. Pedro Gonçalves Oliveira, Samuel Martins Coelho e Rui Leal partem da escuta e do diálogo para construir uma música em constante transformação, onde o ritmo pode tornar-se textura, a electrónica pode desviar o percurso e cada gesto pode abrir uma nova direcção.

À semelhança dos trovadores e das suas cantigas de maldizer, aqui também há provocação — só que, em vez de versos, há som. Os três músicos respondem, interrompem, contradizem e desafiam-se, fazendo da própria música uma espécie de conversa sem palavras. Entre tensão e liberdade, estrutura e imprevisibilidade, Má Língua transforma a provocação em diálogo e o diálogo em música. Uma língua aberta, irreverente e colectiva, onde ninguém precisa de dizer a mesma coisa para poder participar na conversa.

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Má Língua is a trio in which guitar, bass, drums and synthesisers come together in a space between composition and improvisation. Pedro Gonçalves Oliveira, Samuel Martins Coelho and Rui Leal draw on listening and dialogue to create music in a state of constant transformation, where rhythm can become texture, electronics can alter the course, and every gesture can open up a new direction.

Much like the troubadours and their songs of malice, here too there is provocation — only, instead of verses, there is sound. The three musicians respond, interrupt, contradict and challenge one another, turning the music itself into a kind of wordless conversation. Between tension and freedom, structure and unpredictability, Má Língua transforms provocation into dialogue and dialogue into music. An open, irreverent and collective language, where no one needs to say the same thing to take part in the conversation.

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Samuel Martins Coelho

Samuel Martins Coelho (1980) tem feito um percurso de descoberta e constante reinvenção da sua linguagem musical. Com raízes na música clássica, tem vindo a desenvolver uma linguagem muito própria, utilizando diversas fontes sonoras. O seu trabalho atravessa vários géneros e universos musicais, desde a música clássica, conceptual e experimental à improvisação.

A sua atividade artística desenvolve-se em vários projetos, tais como: Samuel Martins Coelho, EL RUPE, Estranhofone, Mods Collective, Space Ensemble, Escola do Rock, Pata Física, colaborando também nos projetos Ondamarela, NACO, Miguel Ramos, Gnomon, Hot Air Baloon e Atic. Em 2017 foi artista residente do AiR Programme, em Malta (Gozo), no âmbito do programa da Fondazzjoni Kreattivitá e Valletta 2018 (Capital Europeia da Cultura).

Nos últimos anos, tem colaborado como diretor musical, compositor e instrumentista com companhias de teatro como Teatro Experimental do Porto, Máquina Agradável, Comédias do Minho e Teatro Oficina. Desenvolve atividades com as comunidades e lidera intervenções musicais criativas, dirigidas a crianças e ao público em geral.

→ VER ARTISTA / SEE ARTIST

Pedro Gonçalves de Oliveira

Pedro Gonçalves de Oliveira inicia o seu percurso musical em 1998 como autodidata e em 1999 dá o primeiro concerto. Posteriormente, estuda bateria e percussão com o professor José Pérez e frequenta a escola de jazz do Porto.

Licenciado em Música, variante de Música Eletrónica e Produção Musical na Escola Superior de Artes Aplicadas de Castelo Branco. Tem colaborado e gravado com projetos multifacetados e de várias vertentes artísticas como ElRupe, Indigo Quintet, Dada Garbeck, Unsafe Space Garden, Mister Roland, Hot Air Balloon, Maria Quê, Mods colective, Sandy Kilpatrick, Gnomon, Xícara, entre outros.

Em teatro musicou produções com as Comédias do Minho, Grua Crua, Teatro da Didascália, Companhia de Teatro de Braga e Jangada Teatro. É requisitado para participar em projetos artísticos que envolvem comunidades com Onda Amarela, Outra Voz, Discos de Platão e Caisa.

É baterista e percussionista de sessão ao vivo e em estúdio. Leciona bateria e expressão rítmica nos distritos do Porto e Braga e tem estado ligado a conceitos musicais que utilizam sonoridades tradicionais portuguesas e no ensino da percussão tradicional, dando formação, workshops, oficinas criativas e na criação de música e performances para percussão.

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Má Língua é um trio onde guitarra, baixo, bateria e sintetizadores se encontram num território entre a composição e a improvisação. Pedro Gonçalves Oliveira, Samuel Martins Coelho e Rui Leal partem da escuta e do diálogo para construir uma música em constante transformação, onde o ritmo pode tornar-se textura, a electrónica pode desviar o percurso e cada gesto pode abrir uma nova direcção.

À semelhança dos trovadores e das suas cantigas de maldizer, aqui também há provocação — só que, em vez de versos, há som. Os três músicos respondem, interrompem, contradizem e desafiam-se, fazendo da própria música uma espécie de conversa sem palavras. Entre tensão e liberdade, estrutura e imprevisibilidade, Má Língua transforma a provocação em diálogo e o diálogo em música. Uma língua aberta, irreverente e colectiva, onde ninguém precisa de dizer a mesma coisa para poder participar na conversa.

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Má Língua is a trio in which guitar, bass, drums and synthesisers come together in a space between composition and improvisation. Pedro Gonçalves Oliveira, Samuel Martins Coelho and Rui Leal draw on listening and dialogue to create music in a state of constant transformation, where rhythm can become texture, electronics can alter the course, and every gesture can open up a new direction.

Much like the troubadours and their songs of malice, here too there is provocation — only, instead of verses, there is sound. The three musicians respond, interrupt, contradict and challenge one another, turning the music itself into a kind of wordless conversation. Between tension and freedom, structure and unpredictability, Má Língua transforms provocation into dialogue and dialogue into music. An open, irreverent and collective language, where no one needs to say the same thing to take part in the conversation.

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Samuel Martins Coelho

Samuel Martins Coelho (1980) tem feito um percurso de descoberta e constante reinvenção da sua linguagem musical. Com raízes na música clássica, tem vindo a desenvolver uma linguagem muito própria, utilizando diversas fontes sonoras. O seu trabalho atravessa vários géneros e universos musicais, desde a música clássica, conceptual e experimental à improvisação.

A sua atividade artística desenvolve-se em vários projetos, tais como: Samuel Martins Coelho, EL RUPE, Estranhofone, Mods Collective, Space Ensemble, Escola do Rock, Pata Física, colaborando também nos projetos Ondamarela, NACO, Miguel Ramos, Gnomon, Hot Air Baloon e Atic. Em 2017 foi artista residente do AiR Programme, em Malta (Gozo), no âmbito do programa da Fondazzjoni Kreattivitá e Valletta 2018 (Capital Europeia da Cultura).

Nos últimos anos, tem colaborado como diretor musical, compositor e instrumentista com companhias de teatro como Teatro Experimental do Porto, Máquina Agradável, Comédias do Minho e Teatro Oficina. Desenvolve atividades com as comunidades e lidera intervenções musicais criativas, dirigidas a crianças e ao público em geral.

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Pedro Gonçalves de Oliveira

Pedro Gonçalves de Oliveira inicia o seu percurso musical em 1998 como autodidata e em 1999 dá o primeiro concerto. Posteriormente, estuda bateria e percussão com o professor José Pérez e frequenta a escola de jazz do Porto.

Licenciado em Música, variante de Música Eletrónica e Produção Musical na Escola Superior de Artes Aplicadas de Castelo Branco. Tem colaborado e gravado com projetos multifacetados e de várias vertentes artísticas como ElRupe, Indigo Quintet, Dada Garbeck, Unsafe Space Garden, Mister Roland, Hot Air Balloon, Maria Quê, Mods colective, Sandy Kilpatrick, Gnomon, Xícara, entre outros.

Em teatro musicou produções com as Comédias do Minho, Grua Crua, Teatro da Didascália, Companhia de Teatro de Braga e Jangada Teatro. É requisitado para participar em projetos artísticos que envolvem comunidades com Onda Amarela, Outra Voz, Discos de Platão e Caisa.

É baterista e percussionista de sessão ao vivo e em estúdio. Leciona bateria e expressão rítmica nos distritos do Porto e Braga e tem estado ligado a conceitos musicais que utilizam sonoridades tradicionais portuguesas e no ensino da percussão tradicional, dando formação, workshops, oficinas criativas e na criação de música e performances para percussão.

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